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Viver sem Redes Sociais: E agora?
16 Nov 2021 E-Commerce, Marketing, Webmarketing Deixe o seu comentário

Viver sem Redes Sociais: “E agora?”

Durante o mês de outubro estivemos seis horas sem redes sociais. Como é que vivemos essas horas? Muitos sentiram-se perdidos, completamente extraterrestres num mundo dependente do mundo virtual. Mas houve quem apreciasse melhor o seu tempo. Viver sem redes sociais é possível?

Viver sem Redes Sociais: E agora?
Viver sem Redes Sociais: E agora?

Krystel Leal referiu no artigo: “A minha vida sem Facebook e Instagram” que, no final de 2019, decidiu afastar-se das redes sociais. Em junho de 2020 acabou por apagar as contas pessoas do Facebook e Instagram. Afirmou que estavam a fazer dela uma pessoa infeliz, tanto a nível pessoal como profissional. Explica ainda que via a “vida dos sonhos” todos os dias e sentia-se frustrada com o sucesso de pessoas iguais a ela.

Conta que os primeiros dias lhe custou porque tinha a curiosidade afiada. Mas resistiu e começou a perceber que não precisava de la ir ver nada, apenas era um hábito.

Mas para quem não largou as redes sociais, vamos voltar a outubro e perceber como passamos seis horas sem redes sociais: Facebook, Instagram e WhatsApp não puderam apresentar novo conteúdo, novas imagens, nem vidas maravilhosas.

As falhas começaram a ser detetadas, por todo o mundo, por volta das 16h20 (hora de Lisboa). O “apagão” do grupo Facebook atingiu milhões de utilizadores em todo o mundo. Através do Twitter, os responsáveis pediram desculpa, sem adiantar pormenores sobre o problema. Pouco depois das 22h30 (hora de Lisboa), o Facebook, o Instagram e o WhatsApp já funcionavam, ainda que com algumas falhas.

Assim nasce uma questão que todos os empresários devem pensar:

E se, um dia, as Redes Sociais, em vez de seis horas, ficam fora do ar seis dias ou seis meses? Como divulgo o meu negócio ou marca?

Confinamento das Redes Sociais, e agora?

A maioria das pessoas com quem converso diz-me que basta estar nas Redes Sociais. “Já me dá muito trabalho colocar coisas lá”, dizem-me elas. Mas eu insisto que um dia esta montra pode fechar e podemos ficar sem nada. As redes sociais não são a nossa casa.

Vamos imaginar que fazemos um confinamento das redes sociais, como aquele que passamos em 2020 devido à pandemia da Covid-19. Cada um de nós liga o computador, abre a internet, mas não tem ao seus dispor as principais redes sociais nas quais publica os seus serviços ou produtos. O que faz?

Pois é, dá que pensar, não dá? Como é que estaria cada um de nós com este confinamento?

A verdade é que ninguém se está a preocupar com isso porque não vai acontecer! É o que todos esperamos. Eu também espero que possam ler este artigo após o partilhar nas redes sociais da Loading Marketing Consulting e até nos meus perfis pessoais.

Mas a verdade é que já houve outras redes sociais que foram desaparecendo, não tendo, hoje em dia, qualquer relevância, e outras que desapareceram.

A queda de três das mais populares redes sociais em funcionamento deixou usuários desnorteados e causou um prejuízo de US$ 6 bilhões para Mark Zuckerberg, dono das empresas, bem como perdas incalculáveis a pequenos negócios. 

As redes sociais são uma parte bem grande de lucro de pequenos negócios existentes por todo o mundo e o seu desaparecimento poderia causar perdes incalculáveis a todos os seus utilizadores.

Como seria o mundo sem redes sociais?

Sem dúvida que teria de haver uma adaptação a uma nova realidade. Uma vida diferente da que temos hoje em dia, talvez com uma presença no mundo online mais pensada e mais direcionada.

A importância teria de ser colocada numa “casa própria”, chamada de website. Aqui a preocupação para comunicar teria de ser diferente. Não bastava partilhar e esperar que as pessoas pudessem chegar até nós.. Tínhamos um caminho grande a percorrer. Mas outras mudanças aconteceriam.

Seria o fim dos influencers?

Dada a grande quantidade de conteúdo que circula nas redes sociais, alguns utilizadores desempenham um papel de curadoria das coisas, ligando o seu público a produtos relevantes. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest constatou que 76% dos utilizadores de redes sociais já compraram um produto recomendado por influenciadores digitais. Mas sem as redes sociais como conhecemos, tal atividade seria pouco viável.

Aumento da importância da televisão

Com as plataformas digitais a ganharem mais adeptos a televisão viu a sua importância, para anúncios reduzida. A TV esta a perder espaço para as redes digitais, mas sem elas, a TV voltaria a ganhar relevo para distribuir informação e seria uma plataforma para chegar a um grande número de pessoas.

Os blogs seriam mais relevantes

Sem as redes sociais, pequenos negócios que não têm possibilidade de investir num website iriam precisar de se adptar para permanecer online e ampliar a comunicação com os clientes. Além disso, seria possível que as pessoas voltassem a manter blogs pessoais, para compartilhar lembranças, ideias e preferências.

Diminuição do alcance das marcas

As redes sociais são importantes aliadas de quem precisa anunciar seus produtos. Nelas, é possível promover um post com qualquer valor. Com o fim de Instagram, Facebook, Whatsapp o tráfego de público consumidor na internet diminuiria, o que reduzia o alcance das marcas.

Menos feedback de clientes

Através das redes sociais, os clientes podem avaliar serviços, estabelecimentos e empresas. Além de fornecer informações valiosas, o feedback social é capaz de promover um ciclo favorável à empresa, atraindo outros consumidores. Contudo, sem esta ferramenta teríamos de arranjar outras formas de mostrar ao consumidor o melhor de cada negócio.

Com ou sem redes sociais, nós podemos ajudar o teu negócio, criando conteúdo único e de qualidade. Descobre como ao nos contactares.

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